Estes dados, que são encaminhados para a Vigilância Epidemiológica Estadual, mostram que neste ano Itabuna não conseguiu ter índice inferior a 11%. O pior mês foi fevereiro. O índice apontou que 15,64% dos imóveis visitados estavam com larvas do mosquito. Nos outros meses os números foram menores, mas também considerados graves. Em janeiro, 13,79% dos imóveis possuíam larvas. Em março e abril, 14,37% e 13,93%, respectivamente. No último mês registrado, maio, o índice caiu para 11,85%.
Em Itabuna e Ilhéus, a realidade é outra, apesar da queda do índice entre janeiro e maio de 2011, os números devem ser levados em consideração.