"Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira" Salmos:40,4

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Dono da loja que vendia lençol hospitalar será ouvido nesta sexta


Foto: Radar Notícias

Será ouvido nesta sexta-feira (21), o dono da loja onde foram apreendidos cerca de 800 kg de material de uso hospitalar sendo vendido em Ilhéus. Ele pode pegar até quatro anos de prisão se for provado que o material era usado e que ele tinha consciência disso. Segundo informações de uma TV local, o proprietário deve ser indiciado no artigo 56 da lei de crimes ambientais.  
O advogado do dono da loja Agreste, Anselmo Ramos, disse que seu cliente comprou o material de maneira lícita e irá colaborar com a investigação. "Já foi juntado aos autos a nota fiscal que comprova a origem fiscal e a licitude da mercadoria", disse. Segundo o dono da loja, ele comprou 1.100 kg de retalhos no valor de cerca de R$ 2 mil da loja Geisa Tex, em São Paulo, em maio. Como foram apreendidos 830 kg, cerca de 300 kg do material foram vendidos antes da apreensão e as instituições que compraram e venderam os ítens serão intimadas a depor.
De acordo com informações publicadas no site Correio 24horas, Geraldo Monteiro, proprietário da Geisa, confirmou que fez a venda para o comerciante de Ilhéus, mas ele nega que o material tenha sido usado em hospitais. Segundo ele, os jalecos, calças e máscaras podem ter ficado sujos durante o transporte - algumas das peças estavam com manchas de sangue. A Geista comprou os retalhos com Sabiê, segundo Monteiro, o que é negado pela empresa.
Segundo a delegada Andréia Oliveira, titular da Furtos e Roubos,  a apreensão do material só foi possível através de uma denúncia anônima. A loja Agreste abriu normalmente na quinta. 

fonte: RadarNoticias